AMIGOS DA CURA

TROCA DE INFORMAÇÕES A FAVOR DA VIDA

http://www.medicinacomplementar.com.br/biblioteca/pdfs/Cancer/celul...         utores sérios e sem conflito de interesse, isto é, aqueles que não recebem

proventos da Indústria Farmacêutica
,
afirmam que as drogas quimioterápicas geralmente
estão desenhadas no velho conceito de "combater o DNA". Assim sendo
,
nos
últimos 60
anos persiste o velho modo de tratar o câncer atacando o DNA e deste modo
invariavelmente os tratamentos continuam a fracassar (Gajate
-
2002, Bhujwalla
-
2001 in
Gillies
-
2001). Outros autores independentes do mesmo grau de seriedade afirmam que os
quimioterápicos são geralmente os responsáveis por exacerbar o fenótipo maligno por
induzir parada da apoptose e desta maneira facilitar
a progressão do câncer
(Torigoe
-
2002,
Rockwell
-
2001
).
Nas palavras de Morgan, Wardt e
Barton: “
O mínimo impacto da qui
mioterapia
citotóxica sobre a sobrevida de 5 anos nos cânceres mais comuns, conflita com a
percepção de muitos pacientes que sentem estar recebendo tratamento que aumentará
significantemente suas chances de cura. Em parte, isto reflete a apresentação dos
r
esu
ltados pelos oncologistas como
redução no risco
mais do que um benefício absoluto
na sobrevivência e por exagerarem
as respostas dos pacientes com
doença
estável
”.
Co
ntinuando
os ensinamentos
dos autores
: “
É quase certeza afirmar que se os
pacientes s
oubessem o quão insignificante é o aumento da sobrevida com a quimioterapia,
não a escolheriam
. O médico quimioterapeuta apresenta os resultados de um tratamento
novo dizendo: “com este tratamento conseguimos aumentar o dobro a sua sobrevivência”.
Ele som
ente explica os dados relativos, não os absolutos. Na verdade
,
uma eficácia de 1%
que passa para 2% é o dobro aritmé
tico da eficácia, todo este
parágrafo nas palavras dos
professores de onc
ologia clínica, radioterapia e
estatística médica os doutores Graem
e
Morgan, Robyn Wardt e Michael Barton.
Apesar das drogas novas e ditas melhores, das diversas combinações e a adição
de novos agentes
,
continuam os efeitos colaterais que diminuem a qualidade de vida:
neutropenia com sepse, pneumonia grave, enjoo, vômito
s, diminuição do apetite,
emagrecimento, fraqueza geral, nefrotoxicidade, cardiotoxicidade, neurotoxicidade,
diminuição da cognição, fibroses com dores lancinantes, etc...
Os fatos acima são observados frequentemente no consultório dos profissionais
que p
raticam medicina in
terna. Os pacientes chegam sem
apetite, com extremo cansaço,
muita dor e a indicação dos especialistas em câncer nestes casos são os cuidados
paliativos e o diagnóstico deles é: paciente “Resistente a Múltiplas Drogas”, como se a
respons
abilidade por esse fato fosse do paciente. É o famoso paciente “MDR”.
Apesar d
a baixa eficácia em aumentar a
sobrevida os quimioterapeutas
prescrevem um segundo, um terceiro, um quarto conjunto de drogas citotóxicas, quando
sabem muito bem que as respost
as serão mínimas e a doença progressiva. Sabe
-
se
também que respostas de melhoria abaixo de 15% podem ser devidas unicamente a efeito
placebo e este fato geral
mente não é comentado (Morgan, Wardt
& Barton
-
2004).
Em vista do mínimo impacto da quimioterap
ia citotóxica na sobrevida de 5 anos
e a falta de progressos sólidos nos últimos 20 anos, conclui
-
se que a principal indicação
da quimioterapia seja para
tratamento paliativo e não curativo
.
Vamos escrever mais uma vez: É importante atentar que a sobre
vida de 5 anos
para os pacientes diagnosticados com câncer sólido de adultos na Austrália gira ao redor
de 63,4%. O que estamos alertando aqui é a contribuição da quimioterapia citotóxica no
aumento da sobrevida de 5 anos
,
que nos adultos australianos
é de
apenas 2,3% segundo
os
autores da pesquisa.

                                                                                                

Exibições: 70

Responder esta

Respostas a este tópico

Quando há sete ou oito meses me registei em "Amigos da Cura", postei um texto a que dei o nome de "Uma história de cancro na bexiga' onde descrevia uma descida aos infernos quando uma equipa de médicos me quis fazer uma cistectomia radical, perante um tumor, segundo eles, de alto grau que já tinha invadido a camada muscular desse órgão.. Não acreditei, pedi novos exames e talvez aí, eu tenha sido salvo de uma vida sem autonomia e sem dignidade e de uma enorme revolta, devo confessar que nunca aceitaria viver nessas condições degradantes e provavelmente, neste momento, faria parte das estatísticas de morte por atitudes medicas erradas, para suposta cura de cancro.

Fiz há dois meses nova biópsia e pasme se,  o tumor passou de agressivo  em alto grau a residual não sendo posta sequer, a hipótese de ser submetido a tratamentos mais agressivos. Com este meu testemunho, quero apenas recomendar: desconfiem sempre do primeiro diagnóstico e peçam outro, noutra Instituição da área de Oncologia, eu fiz quatro em duas dessas instituições e cada uma delas confirmou o seu primeiro diagnóstico; recorri ao IPO de Lisboa,  e o desempate surgiu no melhor sentido. É claro que mesmo que o primeiro diagnóstico fosse favorável, seria sempre recomendável recorrer a uma segunda opinião. Neste momento não sei se vou conseguir curar me, pois ainda tenho de dar mais alguns passos, mas já fico feliz se esta minha experiência servir de alerta a outros doentes. Quanto às quimioterapia, nada me leva a acreditar nesse tratamento ultra agressivo: os danos são mais que os eventuais benefícios. Obrigado a todos.

Manuel Araújo

Responder à discussão

RSS

Visitantes online

Colaboradores

.

Vídeos

  • Adicionar vídeo
  • Exibir todos

© 2017   Criado por Maurecir Mafra.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço