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A Aloe de maior valor medicinal Aloe arborescens Miller. Ela foi descrita primeiramente por Phillip Miller, escritor botânico contemporâneo de Linné, em Londres, no dicionário Gard.Dict.Edit. VIII, N. 3

 

A Aloe arborescens Miller cresce como arbusto ou em forma de árvore. Essa espécie tem um tronco de 1 a 2 m de altura, com diâmetro de até 10 cm, liso na parte inferior, com marcas provenientes de folhas caídas.

 

Na parte superior do tronco estão muitas folhas longas e carnudas, que chegam a 50 cm de comprimento e 3 cm de largura. Sua base é plana e, junto às pontas, apresentam ranhuras. Mais abaixo, têm a forma de abóbadas. Sua cor é verde-azulada e têm dentes encurvados nas bordas.

 

O pedúnculo da corola, que se desenvolve a partir das folhas, chega a 1 m de comprimento tendo em cima folhas menores e escamosas que contornam metade do caule e, em seguida muitos brotos de cor púrpura avermelhada, com pontas esverdeadas, presos num cacho, com hastes mais longas que as folhas da parte superior.

 

A flor possui seis anteras e, acima, um ovário triplo, com estilete longo e um estigma. A estação da colheita varia de região a região. Somente as folhas são colhidas. O pH do suco é de 5,0 a 6,0.

 

Sob o ponto de vista medicinal, a Aloe arborescens Miller ocupa até hoje uma posição de absoluto destaque. De acordo com pesquisas do Instituto Palatini de Salzano, em Veneza, ela é 200 % mais rica em substâncias medicinais que a Aloe vera L. e também contém mais de 70 % de substâncias anti-cancerígenas, contra apenas 25 % da Aloe vera L..

 

Das 300 a 400 espécies conhecidas de Aloe, apenas  4, porém, se firmaram na prática medicinal e duas delas, a Aloe vera L. e a Aloe arborescens Miller são as preferidas dos médicos de maior renome mundial e as mais empregadas por eles.

 

Conforme a região, o amadurecimento da planta leva de 3 a 4 anos (no Brasil, 3 anos).

Ressalto que, tanto a planta pequena quanto a já desenvolvida, possuem o mesmo teor químico e farmacêutico. Sendo que, seus resultados medicinais são idênticos.

 

A famosa fórmula do Brasil

A composição dessa fórmula simples, que pode ser processada por qualquer um, é a seguinte:

 

a. 300 g de folhas frescas, lavadas, preferencialmente, da Aloe arborescens Miller ou, como segunda escolha a Aloe vera L. (cortando-se antes os espinhos das bordas), cortadas com uma faca em pequenos pedaços de 1 a 2 cm, que são colocados num liqüidificador.

b. Despejar, em cima dos pedaços, 500 g de mel puro de abelhas.

c. Adicionar 3 a 4 colheres de sopa de aguardente, rum, whisky wodka ou outro destilado de alto teor alcoólico (aprox. 40%), mas não licores.

 

Em seguida, bater no liquidificador essa mistura por uns 5 minutos, até que se dissolva formando um suco. Os pedacinhos das folhas da Aloe desde que triturados podem ser ingeridos sem qualquer problema.

 

Durante o preparo, deve ser evitada a incidência direta de luz solar ou elétrica, pois isso poderia ocasionar alterações na mistura antes de o mel se ligar a todos os componentes da Aloe e de ter, assim, estabilizado todas as valiosas substâncias da composição.

 

Essa mistura deve ser guardada em lugar fresco e ao abrigo da luz. O ideal é que seja consumida no prazo de 30 dias, já que não são empregados conservantes como, na produção de alimentos industrial.

 

No uso de folhas de Aloe vera L. bem espessas e carnudas que contêm bastante gel, deve-se separar uma parte do gel para outros fins visando manter a proporção ideal de gel/folha, como no caso da Aloe arborescens Miller, que tem relativamente menos gel e mais casca nas folhas. Nesta fórmula em especial, a casca da Aloe é o mais importante e não o gel interno.

Há, todavia, algumas exceções, em que as folhas cortadas permanecem guardadas no escuro por dez dias, a 3o C (na geladeira) para possibilitar um estímulo biológico que, segundo a teoria do Prof. Wladimir Petrowitsch Filatow, ativa ainda outros efeitos adicionais de cura.

Nessa fase de escuridão e frio, a folha da planta luta pela sobrevivência e ativa todas as forças de que dispõe.

 

Especial agradecimento ao Sr: Michael Peuser – Os Capilares Determinam Nosso Destino

 

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Tags: Aloe, Capilares, Destino, Determinam, Filatow, Michael, Miller, Nosso, Petrowitsch, Peuser, Mais...Wladimir, arborescens

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