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FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA - o que é e a questão das liminares cassadas.

A fosfoetanolamina sintética, atualmente debatida no Brasil em várias mídias e, principalmente nas redes sociais, tem gerado grande polêmica no País e, agora, fora dele. Estudada há mais de vinte anos pelo Dr. Gilberto Orivaldo Chierice, químico aposentado da USP e, segundo a revista EXAME, considerado um dos cem maiores cientistas do Brasil, juntamente com sua equipe, estes conseguiram desenvolver um composto sintético, que já é produzido pelo organismo humano, presente, inclusive no leite materno e de forma a fazer com que seu custo chegue a R$ 0,10 centavos a cápsula. O maior argumento para a sua não distribuição a pacientes terminais e paliativos, cuja medicina convencional não tem mais recursos para ajudar nestes casos, que buscam ter acesso ao composto na esfera judicial são: que não foram realizados testes clínicos de acordo com os critérios estabelecidos pela ANVISA, que não houve consumo desta substância em seres humanos, que não se sabe se o composto é tóxico e que os possíveis efeitos colaterais da substância são desconhecidos devido à falta de testes clínicos. Por esses argumentos, as liminares foram cassadas no Estado de São Paulo e pacientes terminais estão vindo a óbito por serem impedidos pelo Estado de tentarem se livrar da morte através do uso dessa substância. Para esclarecer os argumentos, levantamos alguns questionamentos: existe um medicamento, entre outros, cujo o nome é CAELYX, registrado pela ANVISA e comercializado no Brasil. Esse medicamento é um quimioterápico que tem em sua composição diversas susbstâncias, inclusive, a FOSFOETANOLAMINA. Esse quimioterápico também é utilizado nos E.U.A. sob o nome de DOXIL. Sendo assim, concluímos que a fosfoetanolamina foi utilizada em seres humanos, SIM, que a ANVISA conhece o composto SIM, que houve testes clínicos em humanos, SIM e que a toxicidade foi registrada conforme descreve a bula. A diferença entre o medicamento chamado CAELYX e a fosfoetanolamina sintética, perseguida no Brasil devido ao seu baixíssimo custo são duas: a fosfoetanolamina sintética tem um grau de pureza mais elevado do que os demais, como é o caso do também liberado calcium EAP ou AEP, que também é consumido como suplemento na Alemanha e E.U.A. e ela não é misturada a outras substâncias que podem trazer diversos efeitos colaterais. Não estamos aqui querendo "pular" as fases clínicas. De modo algum. Somos a favor dos testes clínicos porque pretendemos que ele se torne um medicamento registrado para que todos os pacientes oncológicos possam ter a chance de utilizá-lo antes de se submeter aos efeitos terríveis das quimioterapias, radioterapias, destruição de órgãos devido a tratamentos agressivos e mutilações além dos terríveis efeitos colaterais físicos e psíquicos causados por esses sofríveis tratamentos. O que buscamos é o resguardo do direito de escolha de pacientes terminais e paliativos, cuja medicina tradicional já não pode mais ajudar, de decidirem qual a melhor alternativa para a sua condição atual: aguardar passivamente a morte ou tentar a fosfoetanolamina sintética que revelou centenas de relatos de redução, estacionamento e até cura de tumores sem que estivesse sendo realizado, pelos pacientes, qualquer outro tratamento. O direito desses pacientes à vida deve ser resguardado, bem como o direito de escolha por serem eles os principais interessados e por mai dois motivos: 1. eles não têm tempo para esperar por testes clínicos; 2. ainda que os testes clínicos sejam rápidos e eles tenham tempo, já foi decidido que os pacientes terminais não poderão participar dos testes. Não é possível que o Estado intervenha de forma a deixar a esses pacientes uma única alternativa, qual seja, a morte, tendo, tanto o Estado, quanto os pacientes, conhecimento de que há uma esperança e que não é uma esperança vã. É uma esperança real, uma chance que tem apresentado resultados satisfatórios de acordo com a FIOCRUZ e o próprio HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS. Tanto é assim que já há projeto de lei tramitando na Câmara Federal, discussão no SENADO e o aguardo de pronunciamento da questão pelo STF. Não estamos falando de um milagre. Estamos falando de um composto que é utilizado há mais de sessenta anos em seres humanos com a diferença de que foi sintetizado com maior grau de pureza e para que seu custo seja irrisório. Talvez esse seja o real motivo de sua não liberação. Os demais argumentos, a própria ANVISA faz cair por terra, contradizendo-se quando aprova o medicamento chamado CAELYX. Falta estudo, vontade, comprometimento e atitude por parte de quem pode e nada faz para evitar as dezenas de mortes que estão ocorrendo Brasil afora e pelo mundo, simplesmente, porque o Estado deixou a esses uma sentença de morte. Isso é um fato. Não há efeito colateral pior que isso. Qual o problema, para o Estado, em uma tentativa de viver? Seria esse o papel do Estado? Fica para reflexão e esperamos que as pessoas se interessem em aprofundar seus estudos sobre o composto e venham apoiar a causa, afinal, ninguém está livre desta tortura. Obrigada! Giseli dos Santos - ADM do grupo: É SEU DIREITO SABER, É SEU DIREITO ESCOLHER.

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