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MMS Desmistificado! Nada de Milagre, Apenas Química Maravilhosa!

 

O MMS Desmistificado.

 

Tenho estado aprendendo e experimentando sobre algo maravilhoso; que tem implicações para todos nós. É um procedimento que envolve a precipitação de um solvente químico, dióxido de cloro, em quantidades bem reduzidas para ser ingerido com segurança, mas grande o suficiente para matar organismos patogênicos que habitam em nosso corpo roubando nossa energia, envenenado com detritos e nos tornando mais vulneráveis as doenças.

 

Se esta não for a sua realidade, será pelo menos a situação de alguém que você conhece e ama.O produto chama-se MMS, que significa "miracle mineral supplement" (suplemento mineral milagroso).

 

Uma suspeita se levanta quando o termo "milagroso" é usado para descrever algo que nos espanta, ou quando não entendemos como isso funciona ou atua. Neste caso, é verdadeiramente espantoso.

 

No entanto, é possível obter uma explicação porque o MMS é tão eficiente como destruidor de seres patogênicos; o dióxido de cloro faz isso. Mas quando você entender a química, verá que não é um nenhum milagre... apenas se parece com um. As Origens de Jim Humble.

 

O protocolo do MMS foi desenvolvido por Jim Humble, um ex engenheiro da NASA, que participou no projeto da bomba atômica, e mísseis balísticos intercontinentais que na década de 90 esteve envolvido em exploração de ouro na Guiana inglesa, durante uma expedição em busca de ouro nas selvas da América do Sul.

 

Surgiu à necessidade de ajudar um membro de sua expedição que caiu doente com malária, a mais de dois dias de distância do hospital mais próximo, no meio da densa floresta. Com muitos anos de experiência, Humble sempre levava consigo oxigênio estabilizado nessas expedições, para tornar a água potável.

 

Face à possibilidade de rapidamente perder uma vida, ele deu-o ao homem doente. Para espanto de todos, ele ficou bom em poucas horas. Isso certamente pareceu um milagre, mas Humble quis compreender melhor o que tinha acontecido. Durante o período de vários anos, Jim Humble descobriu o que tornava o oxigênio estabilizado tão eficiente em alguns casos de malaria; não era o oxigênio, mas sim o vestígio de dióxido de cloro.

 

Mais pesquisas, o levaram a descobrir centenas, senão milhares, mais de unidades de dióxido de cloro do que as que são encontradas no oxigênio estabilizado. No MMS é usando uma concentração maior de clorito de sódio (28% vs os 3% para o oxigênio estabilizado), junto a um ativador. A prova da eficácia deste protocolo simples comprovou-se ao ajudar com sucesso milhares de pessoas, em várias nações Africanas - incluindo Uganda e Malawi - a livrarem-se de doenças como principalmente malária, mas também hepatite, câncer e AIDS.

 

Jim Humble registrou suas experiências em três livros. O livro intitula-se The Miracle Mineral Supplement of the 21st Century (O suplemento mineral milagroso do séc. 21). A primeira parte, conta como começou. A segunda parte, continua com a história, e expõe a química envolvida, assim como dá as instruções exatas de como preparar a solução de MMS pessoalmente em sua cozinha.

Livros parte 1 e 2

http://www.bibliotecapleyades.net/salud/salud_miraclemineralsupplem...

 

Qualquer pessoa pode estar sobrecarregada com toxinas. Alguns estão assim, mas não o admitem. Outros preferem apenas pensar que não estão assim. Se sua saúde não é perfeita... você está geralmente em carência de energia, se tem problemas em reduzir o peso, a pressão sanguínea está sempre alterada, ou se lida com constante inflamação ou dor, então existe grande possibilidade do envolvimento de uma toxina, metal pesado, vírus, bactéria ou parasita.

 

O MMS quando é ingerido, ele produz e distribui dióxido de cloro pelas células vermelhas do sangue, o que o torna no mais potente matador de organismos patogênicos conhecido na natureza. Mas primeiro, um pouco da base química.O dióxido de cloro e o cloro, não são a mesma coisa.

 

O cloro é um elemento químico. Em forma de íon, o cloro faz parte do sal comum e de outros compostos necessários à maioria das formas de vida, incluindo a humana. Sendo um poderoso agente oxidante, ele é o íon mais abundante dissolvido nas águas dos oceanos, combinando-se rapidamente com quase qualquer elemento, incluído o sódio com o qual forma cristais de sal, e com magnésio formando o cloreto de magnésio.

 

O dióxido de cloro é um composto químico que consiste de um íon de cloro associado a dois íons de oxigênio. Os agentes oxidantes são compostos químicos que aceitam logo elétrons de "doadores de elétrons". Adquirem os elétrons através de reações químicas. Isto é importante na relação com o dióxido de cloro porque todos os organismos patogênicos são doadores de elétrons.

O dióxido de cloro é extremamente volátil. Pode-se chamá-lo "de temperamento explosivo", mas de uma forma benéfica. Essa volatilidade é o fator chave para a eficácia do dióxido de cloro como destruidor de seres patogênicos. O composto é literalmente explosivo;  tão explosivo que não é seguro transportá-lo em qualquer quantidade.

 

Portanto, é prática comum produzir o dióxido de cloro no local onde será usado. O dióxido de cloro tem sido usado, por exemplo, em sistemas de tratamento de águas, onde começa a substituir o cloro porque não cria subprodutos carcinogênicos. O dióxido de cloro foi aprovado pela Agencia de Proteção Ambiental dos E.U., ao remover com segurança organismos patogênicos e agentes contaminadores como o Antraz.

 

Mesmo na medicina convencional, bem antes da descoberta de Jim Humble, o dióxido de cloro tem sido usado para esterilizar células vermelhas do sangue para transfusão. Portanto sabemos de sua eficácia. Contudo, as concentrações usadas em tais aplicações podem variar de 500 a 6000 partes por milhão (ppm), as quais certamente seriam mortais se usadas nos indivíduos. Usando o protocolo do MMS você produzirá dióxido de cloro na faixa de 1 (UM) ppm. Você usará a solução do MMS, a qual é segura para transportar, e para preparar um purificador de elementos patogênicos da água, não agressivo à natureza.

 

Em 2003,O Código Food Standards Australia New Zealand foi alterado para permitir a utilização de clorito de sódio com o ácido cítrico para tratamento de superfície de carnes, aves, peixes, frutos e produtos hortícolas. O tempo decorrido entre mistura e aplicação é inferior a 5 minutos, e os níveis de dióxido de cloro não deveriam exceder 3 ppm.

 

A avaliação do relatório da segurança concluiu que, se adequadamente utilizado os resíduos não seriam detectadas na matéria-prima após o tratamento e antes da venda, e portanto, não haveria preocupações toxicológicas. Na forma sólida, clorito de sódio base do MMS é instável e geralmente é misturado com cerca de 20% de cloreto de sódio.

 

O MMS é uma solução de 28% de clorito de sódio em água destilada. Você pode produzir dióxido de cloro, ao adicionar um ativador como o vinagre, suco de limão ou uma solução de 10% de ácido cítrico. Estes último ativador (ácido cítrico) é mais recomendado.

 

As aplicações de dióxido de cloro variam de 1 gota a um máximo de 15, exceto em situações de risco de vida, onde a dose máxima pode ser duplicada. Uma aplicação de manutenção pode ser de 6 gotas, com 30 gotas de ácido cítrico a 10%. Após juntar o ativador, a reação química que transforma o clorito de sódio em dióxido de cloro esta reação leva cerca de 3 minutos.

 

Também prepara o terreno para quando os íons de dióxido de cloro entrarem na corrente sanguínea. Este ácido fraco funciona como uma cápsula detonante ao baixar o PH do dióxido de cloro sem desativá-lo. O PH natural do clorito de sódio é 13.

 

Juntando o ácido cítrico, criam-se cerca de 3 mg de dióxido de cloro instável, ainda que inofensivo. O ProcessoVamos falar um pouco mais sobre como e porquê o dióxido de cloro funciona para dar uma vida nova ao sistema imunológico. A volatilidade é o que torna eficaz o dióxido de cloro na presença de elementos patogênicos.

 

Como mencionamos, o dióxido de cloro é um desinfetante seguro e eficiente usado em muitos sistemas de distribuição de água, em hospitais, e mesmo no combate ao bioterrorismo. A intenção é que venha funcionar com a mesma eficácia na água do corpo humano. A extrema volatilidade do dióxido de cloro impede que os organismos patogênicos criem resistência. Principalmente quando colidem, estes deixam de existir.

 

E ainda assim, as células saudáveis e as bactérias benéficas permanecem intocadas. Os níveis normais de oxigênio no sangue não conseguem destruir todas as células patogênicas presentes nos quadros de doença, mas a aplicação de dióxido de cloro muda tudo. Quando um íon de dióxido de cloro entra em contacto com um organismo patogênico, ele atrai imediatamente até cinco elétrons desse organismo, no que pode ser chamado de explosão microscópica... Inofensiva para nós, mas terminal para a célula patogênica.

 

O elemento patogênico – um doador de elétrons – tornou-se inofensivo devido à entrega involuntária de seus elétrons para o dióxido de cloro – um receptor de elétrons – com a liberação de energia resultante. Oxidado pelo íon de cloro, o ex-elemento patogênico torna-se inofensivo.

 

Onde quer que no organismo, os íons de dióxido de cloro transportados pelas células vermelhas do sangue, encontrem elementos patogênicos, estes entregam seus elétrons e deixam de existir. As células armadas com dióxido de cloro só “detonam” em contato com elementos patogênicos, que incluem as bactérias nocivas, os vírus e fungos também as toxinas, os metais pesados e os parasitas.

 

Todos estes têm um padrão de PH fora dos limites normais de uma boa saúde. Eles também terão uma carga iônica positiva. As células contendo o dióxido de cloro, não oxidam as bactérias benéficas nem as células saudáveis, pois seus níveis de PH são 7 ou pouco acima, e contêm uma carga iônica negativa. Se o dióxido de cloro não encontrar elementos patogênicos ou outros venenos, ele se transforma em cloreto de sódio (NaCl), ou seja, o sal de mesa. (em média segundo o autor entre 90 a 120 minutos)

 

As pesquisas revelam que o dióxido de cloro é muito mais seguro que o cloro, por ser seletivo com os elementos patogênicos quando usado na água. Ainda mais, ele não forma compostos prejudiciais com outros elementos da água, como faz o cloro.

 

Numerosos estudos científicos demonstraram que o cloro – pertencente à família dos elementos halogênios – cria pelo menos três compostos carcinogênicos quando entra no corpo, principalmente trialometanos (THMs).

 

Não se tem encontrado a evidência de tais elementos prejudiciais sendo produzidos pelo dióxido de cloro. Sociedade Americana de Químicos Analíticos, proclamou o dióxido de cloro como sendo o eliminador de elementos patogênicos mais poderoso, conhecido pelo homem. Foi usado para limpeza após os ataques com antraz.

 

Uma vez introduzido na corrente sanguínea, o dióxido de cloro desenvolve uma receptividade energética de quatro elétrons quando se aproxima de alguma célula com nível de PH abaixo de 7. Isto significa que as células enfermas são vaporizadas (oxidadas) enquanto as células saudáveis permanecem não afetadas. Eis aqui como acontece. As células vermelhas do sangue que normalmente transportam o oxigênio através do corpo, não diferenciam entre oxigênio e dióxido de cloro.

 

Portanto após a ingestão da solução do MMS / dióxido de cloro, as células vermelhas levam os íons de dióxido de cloro que ficam depositados na parede estomacal onde normalmente se juntam os nutrientes de vários tipos antes de partirem para as diversas partes do corpo. Então, quando as células vermelhas do sangue, armadas com dióxido de cloro, encontram parasitas, fungos, ou células enfermas cujo nível de PH é baixo e sua carga iônica é positiva, os “alienígenas” são destruídos junto com o íon de dióxido de cloro.

 

Se tais encontros não se produzirem, o dióxido de cloro será levado até um ponto no organismo onde o oxigênio normalmente oxida as toxinas e outros agentes prejudiciais. Se o dióxido de cloro não encontrar nada que o detone, ele se deteriorará, perdendo portanto, um elétron ou dois.

 

O ponto mais importante a saber, é que o dióxido de cloro tem 100 vezes mais energia do que normalmente o oxigênio, e ainda assim, sem prejudicar as células saudáveis. A propósito, se você estiver totalmente saudável e não tiver nada em seu corpo com nível de acidez abaixo de 7, não haverá efeitos negativos ao usar o dióxido de cloro.

 

Um outro ponto importante, sua escolha individual de ataque contra o câncer ou qualquer outra doença devem tomar essas questões em consideração, se você está pensando em tomar MMS pedindo informações com o seu médico para ver se ele ou ela irá aprovar e abençoá-lo para seu uso, então provavelmente você não deve ter entendido por que ou como isso funciona, nem como opções alternativas em face dos métodos arraigados. Não tente ou queira educar o seu médico.

 

Você precisa manter uma relação de trabalho válido com o médico (s) e profissionais, porque no futuro eles podem salvar sua vida, onde o nascimento de uma criança é um problema, ou ossos quebrados, acidentes ou de emergência, ou serviços de transfusão de sangue são necessários, de repente.

 

Não prejudique o relacionamento com seu médico, pedindo ou até mesmo dizendo que você está usando MMS contra o câncer ou outra doença qualquer, ou usando bicarbonato de sódio contra o câncer, ou canela com mel contra o câncer, ou enemas de café, ou sementes de abricó contra o câncer, etc. É melhor ficar tímido ou em silêncio sobre a sua experimentação privada. Existem penas severas para médicos que promovem terapias que ainda não estão aprovados.

 

Se você optar por experimentar em privado com a opção descrita neste artigo, seja cuidadoso sobre como você expõem os resultados.

Porquê Devo Sentir-me Doente?

A sensação de náusea que você poderá experimentar seria o resultado do dióxido de cloro encontrando, e desalojando as bactérias nocivas, os vírus e fungos as toxinas, os metais pesados e os parasitas. Daí a sensação de mal estar, (neste caso reduza as gotas de MMS)

 

Geralmente ignoramos os elementos patogênicos que são introduzidos em nosso corpo, especialmente depois destes terem sido alojados nos tecidos de vários órgãos. Uma vez que eles se desenvolvem ao longo do tempo, geralmente afetam nossa saúde lentamente e cumulativamente. Os efeitos colaterais mais problemáticos não são atribuíveis a qualquer efeito direto irritante dos oxidantes.

 

Em vez disso, devem-se ao rápido sucesso dos oxidantes eliminando os patógenos . À medida que estes organismos morrem se desintegram liberando os antígenos, que por sua vez, provocam uma resposta inflamatória do sistema imunológico. Isto é freqüentemente observado na prática clínica usando antibióticos comuns.

 

O fenômeno e é convencionalmente denominada "reação Jarrisch-Herxheimer" ou "reação JH". Este é um ataque fisiológicos necessários ao processo de limpeza. A severidade dos sintomas depende do número de patógenos morrendo, a antigenicidade dos escombros, a sensibilidade do sistema imunológico e do local da infecção.

 

O dióxido de cloro retira-os de repente, o que pode resultar numa reação forte.. Contudo, isso passa em muito menos tempo do que levou a acumulação das toxinas e elementos patogênicos. Quando o dióxido de cloro entra em ação, os elementos patogênicos desprovidos de elétrons deixam de existir. Anos a “chupar” as amálgamas dentárias pode depositar “inocentemente” bastante mercúrio em nosso sistema para roubar nossa energia. Desalojá-lo e vaporizá-lo causará desconforto por um período reduzido de tempo comparado com o que levou a acumulá-lo. Se o dióxido de cloro não tiver “encontros imediatos” com elementos patogênicos, ele se deteriora em componentes que são totalmente inócuos.

 

Nenhum resíduo tóxico permanece, não é como no caso de muitas fórmulas médicas. Os tratamentos médicos atualmente não lhe trazem uma forma de eliminar as toxinas quando estas não funcionam. Você é deixado num território estranho e num estado doentio, sem o caminho de volta para a saúde. O dióxido de cloro tem apenas poucos minutos (em média 90 minutos daí a importância de dividir a dose em varias vezes ao dia) para fazer sua função, deixando de existir sem deixar nada que se acumule ou prejudique.

 

Qual é o Protocolo Normal do MMS?

Nota: Ao executar as instruções abaixo, tenha este parágrafo em mente. Ative sempre as gotas de MMS com um dos ácidos alimentares, sejam gotas de limão, de lima, ou gotas de solução de ácido cítrico (Para fazer a solução de ácido cítrico, adicione uma colher de sopa de ácido cítrico a nove (9) colher de sopa de água, esta mistura é uma solução de 10%. O ácido cítrico é a melhor opção porque está disponível em qualquer lugar do mundo.

 

O ácido cítrico é também relativamente barato e geralmente reconhecido como um aditivo alimentar seguro. Guarde em garrafa ou frasco com tampa. Use sempre 5(cinco) gotas de um destes ácidos alimentares para cada gota de MMS, misture num copo limpo e seco e espere pelo menos 3 minutos, então junte de 1/3 a 2/3 de copo de água ou suco de fruta e beba, atenção aqui sem vitamina C pois ela neutraliza o MMS.

Todas as receitas para tomar o MMS nas Américas, começam com 1 ou 2 gotas. Nunca comece com mais de 1 ou 2 gotas. As pessoas que estão muito doentes ou sensíveis deveriam começar com ½ gota (meia gota). Por favor, leve isso a sério, não se faça mais doente do que você já é. Tornar-se doente consome energia e fará com que a recuperação seja mais lenta.

 

Doenças que envolvem a auto-imunidade, tais como miastenia, HIV e outros levam mais tempo para eliminar, mas finalmente vão ceder à ClO2. Doenças transmissíveis pelo sangue como a malária desaparecem do sangue de 10 horas a quatro dias no máximo.

 

Reação Jarrisch-Herxheimer

A reação de Jarisch-Herxheimer (referido como "Herx" muitas vezes) é uma reação causada por microorganismos (bactérias) morrendo e liberando as toxinas para o corpo mais rápido do que o corpo pode confortavelmente lidar com isso. 

 Início da reação

 Dependendo da doença e antibiótico: 1-2 horas a 10 dias após iniciados os antibióticos

 Sintomas

 Os mais comuns incluem:

•           aumento da dor articular ou muscular

•           dores de cabeça

•           calafrios

•           Transpiração excessiva e suores noturnos

•           Náusea

•           Queima de micção

•           Dor óssea

•           glândulas inchadas

•           inchaço

•           constipação ou diarréia

•           febre (geralmente de baixo grau)

•           hipotensão (pressão baixa)

•           Prurido, urticária e erupção cutânea (por vezes confundida com uma reação alérgica.

•           palpitações, frequência cardíaca elevada, hipotensão ortostática

 

Se um aborto da reação Jarrisch-Herxheimer é desejada o MMS pode ser retirado do corpo rapidamente, tomando uma dose de ácido ascórbico (também conhecido como vitamina C).

 

Uma nota importante: este protocolo e outros eu recomendo a leitura direta do site do Jim Humble que tem aprimorado o MMS e introduzido novas dosagens para o MMS e acrescentado novas “medicações” como o MMS2 (HIPOCLORITO DE CÁLCIO).

http://jimhumble.biz/

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Tags: Humble, Jim, MMS, bactéria, cloro, cítrico, de, dióxido, metal, parasitas, Mais...pesado, toxinas, vírus, ácido

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